Central de Concursos
  • Publicado em 14/07/2015 11h06
A Central de Concursos foi destaque em matéria publicada no jornal Agora São Paulo. Confira abaixo a matéria na íntegra:
 
Candidatos estão à espera de concursos
 
Sinônimo de estabilidade, a carreira pública é vista como alternativa à iniciativa privada. No entanto, as chances para passar em um concurso público estão mais escassas, já que o governo está cauteloso para liberar novas contratações.
 
Até agora, o governo federal autorizou a realização de 20 concursos para o preenchimento de 2.493 vagas. No ano passado, no mesmo período, haviam sido autorizadas 151 seleções, num total de 19.574 oportunidades.
 
O concurso do INSS, por exemplo, que era esperado para janeiro, ainda não saiu. Mas isso não é motivo de desânimo. "Os alunos têm mais tempo para se preparar", afirma Eloisa Leal Gonçalves, coordenadora pedagógica da Central de Concursos.
 
A previsão de que seleções como a do INSS, do Banco do Brasil, da Receita e da Polícia Federal saiam até o final deste ano é mais um impulso para que os candidatos intensifiquem os estudos. “As chances só aumentam com o tempo de preparação. Como em algum momento as vagas terão que ser preenchidas, deve-se seguir em frente”, diz Nestor Távora, coordenador dos cursos da LFG.
 
Se, por um lado, as oportunidades parecem mais distantes, por outro, em um período de demissões, a área pública é vista como esperança. Nas salas de aulas não é raro encontrar quem esteja tentando pela primeira vez participar de concursos porque foi cortado da empresa em que trabalhava. “A garantia de estabilidade, plano de carreira, salários competitivos e todas as vantagens do setor público ficam mais evidentes em um momento como este”, destaca Távora.
 
Se a previsão do Orçamento de 2015 se concretizar, os concurseiros ainda terão muitas oportunidades. Espera-se a criação de 27.917 vagas.
 
Central de Concursos: estudantes se preparam para disputar vaga
 
Com o atraso no concurso do INSS, que estava previsto para janeiro, o administrador Bruno Zannini, 22 anos, aproveitou para começar a se preparar para essa seleção. “Há dois meses, decidi largar o emprego para me dedicar exclusivamente a isso”, diz.
 
Enquanto o edital não sai, ele aproveita para estudar mais. “A ansiedade é grande, mas nesse tempo posso me preparar melhor.”
 
Já o engenheiro de telecomunicações David Tashiro, 37 anos, faz parte do time de concurseiros que viu na carreira pública uma alternativa à crise. “Desde o ano passado, quando a empresa começou a me chamar para fazer trabalhos esporádicos, eu passei a pensar em prestar concurso”, afirma. Com menos demanda no emprego, sobra tempo para Tashiro se preparar para o concurso do Banco do Brasil.
 
Ele conta que na sala em que estuda, de curso básico para concursos de bancos, há muitos candidatos que estão ali porque foram demitidos. “Eles tentam encontrar um novo emprego e não conseguiram nada, então seguem firmes nos estudos.”
 
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