Central de Concursos
  • Publicado em 25/11/2015 12h51
Fachada Receita Federal
 
A crise econômica atual pode ser responsável pela divulgação do tão aguardado concurso da Receita Federal. Parece estranho, mas a lógica é simples: a admissão de novos servidores no órgão traz um potencial de melhoria nos índices de arrecadação.
 
O pedido de concurso feito ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) foi de 5 mil vagas, sendo 2 mil para auditor-fiscal e 3 mil para analista-tributário. E, na última sexta-feira, dia 20, o site protocolo integrado, do MPOG, trouxe uma boa notícia para os concurseiros que almejam uma vaga no setor tributário: O processo de autorização foi reaberto na Coordenação-Geral do Setor de Desenvolvimento Econômico e Produtivo.
 
Além de ser movimentado no dia 20, o processo já havia tido duas movimentações na última semana: uma na Coordenação-Geral do Setor de Desenvolvimento Econômico e Produtivo I, onde teve seu nível geral alterado para restrito. Uma sinalização positiva, pois todos os concursos já autorizados este ano seguiram a mesma movimentação; e a outra foi na quarta, dia 14, onde houve abertura do processo no gabinete da Secretaria de Gestão de Pessoas. Com as constantes movimentações, é bem provável a autorização do concurso, um dos mais cobiçados pelos concurseiros, saia o quanto antes.
 
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, já se mostrou preocupado no que diz respeito aos níveis de recolhimento dos tributos federais. Não há concurso para analista tributário da Receita federal há anos, e existe grande evasão de servidores que ingressam em órgãos de fiscalização estaduais. Enquanto o último concurso para auditor foi aberto no ano passado, a seleção mais recente para analista data de 2012.
 
Para ingressar tanto no cargo de auditor quanto no de analista, é necessário possuir o ensino superior completo, podendo ser em qualquer área de formação. As remunerações oferecidas no início da carreira são de R$ 9.629,42 para analista e de R$ 16.116,64 para auditor. 
 
As seleções para os dois cargos são feitas pela ESAF e compostas por provas objetivas, provas subjetivas (dissertativa para analista e discursiva para auditor), além de sindicância de vida pregressa. 
 
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