Central de Concursos
  • Publicado em 25/08/2011 00h00
Já se encontra em análise no Ministério do Planejamento o pedido feito pelo Ministério da Fazenda para autorizar a abertura de concursos em 2012 para 4.850 vagas em cargos dos níveis médio e superior, na Receita Federal. São 2.500 vagas de Assistente Técnico-Administrativo (nível médio), cuja remuneração inicial é de R$ 2.690 mensais; 1.210 de Auditor Fiscal (nível superior), com rendimentos de R$ 13.904; 1.050 de Analista Tributário (nível superior), cuja remuneração é de R$ 8.300 e 90 de Analista Técnico Administrativo (nível superior), com vencimentos de R$ 3.529,42 mensais.

O cargo de Analista Técnico, bem como o de Assistente Técnico, está incluído no Plano Especial de Cargos do Ministério da Fazenda (Pecfaz), e oferece oportunidades para profissionais formados nas áreas de Ciências Contábeis, Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica, Psicologia, Serviço Social, Comunicação Social e Pedagogia. Já os cargos de Auditor Fiscal e Analista Tributário compõem a Carreira de Auditoria da Receita Federal e exigem ensino superior completo em qualquer área.


Pedido seria para 16.909 vagas até 2015

Segundo o que foi divulgado no site do Sindicato Nacional dos Analistas-Tributários da Receita Federal (Sindireceita), o Ministério da Fazenda solicitou ainda a autorização para outras 11.759 vagas nos quatro cargos nos anos de 2013 (4.638 vagas), 2014 (3.916) e 2015 (3.475). Incluídas as 4.850 vagas para o ano que vem, o pedido totalizaria 16.609 oportunidades em quatro anos. No entanto, essa informação não foi confirmada pelo Ministério do Planejamento. A presidente do Sindireceita, Sílvia Felismino, destacou a necessidade de realizar o quanto antes o concurso previsto para 2012, tendo em vista a grande necessidade de pessoal.


Importância dos Auditores e Analistas

O menor número de Auditores em atuação facilita a sonegação, evasão de divisas e outros crimes fiscais. Já a carência de Analistas, principalmente, em tempos de eventos esportivos como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, pode tornar vulneráveis as fronteiras do país.
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