• Publicado em 13/08/2018 11h07 - Atualizado em 13/08/2018 12h38
No último sábado (11/08), o jornal Folha de S. Paulo publicou matéria sobre o prazo máximo para um candidato aprovado em um concurso público ser convocado para assumir a vaga. Gabriel Henrique, professor e diretor da Central de Concursos, foi entrevistado e falou sobre o assunto. Confira!
 
Depois de fazer um concurso, o órgão público é obrigado a preencher o número de vagas em no máximo dois anos, prorrogável por outros dois, de acordo com a lei.
 
Essa informação deve constar no edital da prova. Os órgãos também devem incluir no documento o número de postos para o chamado cadastro reserva – pessoas com desempenho acima da nota de corte da prova que não se classificaram.
 
Gabriel Henrique Pinto, professor e diretor da Central de Concursos
 
Segundo Gabriel Henrique Pinto, diretor da Central de Concursos, o Estado não tem obrigação de convocar os nomes da reserva, mas há casos em que essas pessoas também são chamadas mais tarde. Para ele, não é incomum que um concurso com 50 vagas nomeie 100 pessoas.
 
“Depois que um concurso termina, ele costuma ser homologado em um mês ou dois e os primeiros colocados já são chamados. Mas não há uma regra definida”, afirma.
 
A estratégia de alguns candidatos é prestar ao longo do ano quatro ou cinco concursos que exijam conteúdos parecidos e acompanhar as convocações.
 
Investir mais tempo nas aulas de português, matemática, raciocínio lógico, informática e direito constitucional e administrativo pode ajudar a encurtar o tempo de preparação para vários testes simultâneos.
 
“Algumas pessoas prestam várias provas, são convocadas em uma, trabalham por alguns meses e pedem exoneração quando são nomeadas para um concurso que queriam mais”, diz Pinto, da Central de Concursos.
 
O especialista também recomenda ficar atento a concursos iguais, mas em cidades, estados ou bairros diferentes – um edital pode abrir duas vagas em uma localidade e 50 em outra.
 
 
 
 
 

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