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  • Publicado em 01/06/2011 00h00
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou no último dia 11/05, a intenção de contratar 600 Auditores Fiscais do Trabalho no ano que vem. O anúncio se deve a um déficit de servidores no órgão, que atualmente conta 2.923 auditores, o menor número desde 2006. As principais atribuições do Auditor Fiscal são: ministrar orientações e dar informações e conselhos aos empregados; inspecionar locais de trabalho, funcionamento de máquinas e utilização de equipamentos e instalações; propor interdição de estabelecimento quando houver risco à saúde ou à integridade do profissional e verificar o cumprimento das disposições legais nas relações de trabalho. O salário base inicial para Auditor do MTE é de R$ 13.067 e para concorrer é necessário ter formação de nível superior completa.

No entanto, para Rosângela Rassy, presidente do Sindicato Nacional dos Auditores (Sinait), a oferta de vagas do MTE é irrisória. Segundo Rosângela, o déficit atual é de 2.000 profissionais da categoria, podendo chegar a 2.700 com as aposentadorias no próximo ano. “Nós sabíamos que esse déficit iria aumentar e o governo também, mas nenhum grande concurso foi realizado”, afirma.

A última seleção para Auditor do Trabalho foi feita em 2010 e todas as 334 vagas foram preenchidas. A ausência desses profissionais levou o MTE a pedir a nomeação de outros 117 aprovados na seleção. Há ainda uma solicitação do Sinait para que, após a efetivação dessa leva, sejam convocados os outros 103 aprovados no concurso, que teve 54 mil inscritos.
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