Central de Concursos
  • Por: Folha Dirigida - Publicado em 01/12/2014 00h00

Mais uma boa notícia para os interessados no concurso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS): após o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, e o presidente da autarquia, Lindolfo Neto de Oliveira Sales, confirmarem a seleção, o processo de autorização no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) teve avanços significativos. Somente este mês, houve três movimentações, o que anima quem aguarda o sinal verde do concurso. 

 

Após sair do Departamento de Modelos Organizacionais e Força de Trabalho dos Setores Social e de Desenvolvimento Econômico Produtivo (Desep/Segep) e ser encaminhado ao gabinete da secretária de Gestão Pública, Ana Lúcia Amorim de Brito, a solicitação voltou, na última terça-feira, dia 26, ao Desep/Segep. Se a semana já demonstrava maior celeridade no processo, nesta sexta, 28, mais uma movimentação ocorreu: a solicitação voltou ao gabinete de Ana Lúcia Amorim de Brito.

 

O INSS fez um pedido de 4.730 vagas, sendo 2 mil para técnico do seguro social, de nível médio, com remuneração de R$4.400,87, 1.580 de analista do seguro social, de nível superior, com rendimento de R$7.147,12, e 1.150 de perito médico, também de 3º grau, para remuneração de R$10.056,80. O Planejamento tem sofrido forte pressão para autorizar o concurso e, com as movimentações, aparenta se esforçar para dar o sinal verde o mais rápido possível.

 

Além da situação delicada que vive o INSS, com 10.106 servidores em condições de se aposentar (correspondente a 26% dos 38.222 servidores ativos), recebendo abono de permanência, sendo 6.330 técnicos, 14 analistas, 342 peritos e 3.420 de cargos em processo de extinção (1.024 agentes de serviços diversos e 705 datilógrafos), o Tribunal de Contas da União (TCU), por meio de auditoria, recomendou que o instituto fizesse concurso, já que corre risco de colapso.

 

Outra pressão é a situação das agências por todo o país: mais de 50% dos servidores recebem abono de permanência. Levando em conta os números por estados, o Rio tem 39% dos servidores podendo aposentar-se nos próximos anos. O ministro Garibaldi Alves Filho e o presidente do INSS, Lindolfo Neto de Oliveira Sales, afirmaram que mantém conversas com o Planejamento e que a demora da autorização está associada às transições gerais do governo. A definição de Nelson Barbosa como novo ministro da pasta na última quinta, 27, porém, pode fazer com que o processo ande mais rapidamente.

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