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  • Publicado em 19/03/2013 10h05
Um novo concurso para auditor-fiscal do trabalho está em fase de preparação. O Ministério do Planejamento autorizou a contratação de 100 profissionais para a carreira, que exige o nível superior, independentemente da área de formação. A remuneração inicial é de R$13.973. No momento, o órgão trabalha para definir a organizadora do concurso.

Embora não tenha indicado ainda uma data, a Assessoria de Imprensa da pasta informou que a escolha da entidade que ficará à frente da seleção ocorrerá em breve. Os dois últimos concursos de auditor-fiscal do trabalho foram promovidos pela Escola de Administração Fazendária (Esaf).

Concomitante à escolha da organizadora, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) realiza uma avaliação, com o intuito de definir a distribuição das vagas por estado. Há possibilidade de as 100 oportunidades contemplarem todo o país.

A seleção foi autorizada em 13 de fevereiro, por meio da Portaria nº 30, que determinou que o prazo de publicação do edital é de seis meses. Portanto, as regras da seleção deverão ser liberadas, no máximo, até 13 de agosto. É provável que isso aconteça bem antes.

Área de apoio
Quem não quiser ou não puder concorrer à função de auditor-fiscal do trabalho, em breve, deverá ter uma nova oportunidade. O pedido é para 1.858 vagas, das quais 1.600 para o cargo de agente administrativo - de nível médio, com rendimentos de R$2.529,42, sendo R$1.568,42 de salário-base, R$588 de Gratificação de Desempenho da Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho (GDPST) e R$373 de auxílio-alimentação.

As outras 258 oportunidades estão distribuídas pelos seguintes cargos de nível superior: técnico em Assuntos Educacionais (64), administrador (60), assistente social (60), contador (60), técnico em Comunicação Social (7), bibliotecário (3), economista (3) e sociólogo (3). Para todos, a remuneração é de R$3.598,42.

A expectativa é de que, com a aprovação do Orçamento da União de 2013 no último dia 13, o trâmite do concurso volte a ser analisado pelo Ministério do Planejamento. No último dia 15, a presidente Dilma Rousseff anunciou a substituição do ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Daudt Brizola por Manoel Dias, secretário-geral do Partido Democrático Trabalhista (PDT).

Fonte: Folha Dirigida
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