Central de Concursos
  • Por: Metro Jornal - Publicado em 27/01/2016 10h35
Com a crise econômica no Brasil e o aumento do desemprego, a carreira pública aparece como alternativa para muitas pessoas. Diante deste cenário, a concorrência entre os concurseiros aumenta cada vez mais. Por isso, o candidato não deve demorar em iniciar a sua preparação.
 
Uma vez inscrito em um concurso, o candidato deve ler de forma detalhada o edital, estudar o programa e traçar uma estratégia de estudos. Este ano já começou com ótimas oportunidades na carreira pública como no IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e no TRF (Tribunal Regional Federal).
 
Especialistas indicam que independente do concurso que preste há recomendações básicas que devem ser seguidas. Alexandre Meirelles, autor do livro “Como Estudar para Concursos”, explica que o local de estudo é muito importante e deve ser o mais silencioso possível, sem música e sem telefone. “Nunca estude com muito sono. Mais valem duas horas boas de estudo e uma de cama do que três sonolentas, babando no livro”, afirma.
 
Em relação às matérias, o português é uma que cai em todas as provas. “Quem sabe ler bem uma questão, chega mais rápido no ponto em que o examinador deseja, consegue descobrir ou pelo menos intuir qual a intenção de quem redigiu o exercício”, explica Alex Viegas, autor do livro “Manual de um Concurseiro”.
 
A busca por uma vida mais estável financeiramente e com mais qualidade de vida levou o economista e advogado Alex Da Ros largar o emprego na área privada há quatro anos e prestar concursos públicos. Segundo Ros, ser um concurseiro é um projeto de vida e tem que ter persistência. Ele já trabalha na Secretaria da Fazenda de São Paulo, mas ainda presta para outras vagas fiscais públicas. “Acho que tem que ter um foco, escolher uma área e ter certeza de que é isso que quer. Depois disso é fazer um planejamento de estudo e se dedicar ao máximo”.
 
Outra dica é procurar um curso preparatório que se ajuste ao seu perfil. No curso presencial você vai se sentir mais apoiado, porque vai encontrar pessoas que vivem um projeto parecido. Já o curso pela internet ajuda a economizar tempo de deslocamento e funciona bem para quem tem horários irregulares de estudo.
 
As provas de cada concurso se diferenciam de acordo com a banca e a área da vaga. Luna Hidalgo, que trabalha na área de estatística do IBGE, passou no concurso em 2013 e dá a dica de estudar muito bem o estilo da banca escolhida para o concurso, pois às vezes o programa muda e cada uma tem um perfil. Ela conta que preparou um esquema de estudos no qual estudava três ou quatro horas por dia e refazia muitos exercícios e provas de anos anteriores. Por prestar para a área de estatística, teve que relembrar detalhes básicos que aprendeu na graduação. “Tinha que resolver problemas mais diretos, não me aprofundar muito”, explica.
 
Já a prova do INSS, realizada pela banca Cespe, cobra questões de certo e errado, em que uma resposta errada anula uma certa, e por isso é uma das bancas mais temida pela maioria dos candidatos. Além disso, candidatos acostumados em decorar podem ter dificuldades, pois a organizadora pede sempre o entendimento e compreensão dos assuntos, e não a memorização pura e simples. “Resolver muitas questões no estilo Cespe acho que vai ser o diferencial na preparação”, diz Marcos Cuqui, técnico do INSS, que passou no concurso em 2013.
 
Tabela concursos 2016
Clique na imagem para ampliá-la.
blog

Outras Notícias