Central de Concursos
  • Publicado em 24/07/2015 16h02
A Fundação Cesgranrio (ou apenas Cesgranrio) é uma instituição educacional que atua nas áreas de concursos públicos, vestibulares, capacitação, certificação e projetos sociais e culturais no Brasil. Ela teve origem no Centro de Seleção de Candidatos ao Ensino Superior do Grande Rio, criado em 12 de outubro de 1971.
 
É considerada uma das principais bancas organizadoras de concursos públicos do Brasil, sendo responsável pela maioria dos concursos do Banco do Brasil, Petrobras, além de fazer parte da comissão organizadora do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
 
A Fundação Cesgranrio, de acordo com a sua natureza jurídico-institucional, pode ser contratada, por qualquer órgão público, de qualquer esfera da administração pública, nos termos da Lei n.º 8.666/93. Segundo a própria organizadora, mais de 60 milhões de pessoas já foram avaliadas por meio de suas provas, ao longo dos mais de 40 anos de sua existência.
 
O estilo de prova da Cesgranrio
 
Geralmente, em concursos públicos, os exames elaborados pela Fundação Cesgranrio são compostos por questões de múltipla escolha, com cinco alternativas cada e apenas uma correta. O nível de dificuldade é considerado mediano.
 
De acordo com professores, outra peculiaridade da Cesgranrio é o costume de cobrar questões semelhantes às de concursos anteriores também realizados por ela. “Quanto mais você resolver questões, mais familiarizado estará com a organizadora”, explica o professor Rodrigo Castello, da Central de Concursos. “Assim, no dia do concurso fica muito mais fácil, pois será apenas ‘uma prova a mais’”.
 
No bloco de língua portuguesa, a Cesgranrio utiliza-se bastante de charges, o que requer do candidato um bom senso de interpretação. Já as questões de raciocínio lógico formuladas pela banca costumam trazer gráficos e imagens, exigindo também uma boa capacidade analítica.
 
Para disciplinas de direito, nas provas da Cesgranrio, o professor Rodrigo Castello exalta a importância de se estudar o texto de lei. “Às vezes um candidato se preocupa, no cursinho, em anotar, anotar, anotar, e ele não pega o texto de lei. Isso o complica. Você tem que fazer um estudo conjugado: texto de lei, caderno e questões da organizadora”, completa Castello.
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